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    sábado, 18 de fevereiro de 2017

    NO EXAME DE COLONOSCOPIA, QUANDO SE LOCALIZA O POLIPO( uma verruguinha redondinha benigna- ) RETIRA-SE NO PROPRIO EXAME E A VIDA SEGUE.
    NOTA: ESTE POLIPO LEVA EM MEDIA 10 ANOS PARA SE TRANSFORMAR DE BENIGNO PARA MALIGNO ( como mostra a figura ao lado).
    GERALMENTE NESTE PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO PODERÁ HAVER ALGUNS SINTOMAS QUE, POR FALTA DE INFORMAÇÃO NEM DAMOS MUITA ATENÇÃO COMO:
    MUITOS GASES- ABDOMEN DISTENDIDO
    FEZES FINAS
    DIARREIAS CONSTANTES
    SANGUE NAS FEZES
    E POR ULTIMO...OBSTRUÇÃO INTESTINAL.
    PORTANTO, INFORMAÇÃO DEMAIS NUNCA É DE MENOS.
    CUIDEM-SE
    Mario Romero.
    Presidente da AVO
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    POLIPOS E COLONOSCOPIA

    Posted at  18:02:00  |  in  Pólipos  |  Leia mais»

    NO EXAME DE COLONOSCOPIA, QUANDO SE LOCALIZA O POLIPO( uma verruguinha redondinha benigna- ) RETIRA-SE NO PROPRIO EXAME E A VIDA SEGUE.
    NOTA: ESTE POLIPO LEVA EM MEDIA 10 ANOS PARA SE TRANSFORMAR DE BENIGNO PARA MALIGNO ( como mostra a figura ao lado).
    GERALMENTE NESTE PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO PODERÁ HAVER ALGUNS SINTOMAS QUE, POR FALTA DE INFORMAÇÃO NEM DAMOS MUITA ATENÇÃO COMO:
    MUITOS GASES- ABDOMEN DISTENDIDO
    FEZES FINAS
    DIARREIAS CONSTANTES
    SANGUE NAS FEZES
    E POR ULTIMO...OBSTRUÇÃO INTESTINAL.
    PORTANTO, INFORMAÇÃO DEMAIS NUNCA É DE MENOS.
    CUIDEM-SE
    Mario Romero.
    Presidente da AVO
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    quarta-feira, 2 de novembro de 2016

    NA COLONOSCOPIA RETIRA-SE O POLIPO PARA EVITAR A TRANSFORMAÇÃO EM CANCER.
    CUIDE DE SUA SAUDE,

    PREVENÇÃO CÂNCER - CUIDADOS

    Posted at  18:06:00  |  in  Pólipos  |  Leia mais»

    NA COLONOSCOPIA RETIRA-SE O POLIPO PARA EVITAR A TRANSFORMAÇÃO EM CANCER.
    CUIDE DE SUA SAUDE,

    sexta-feira, 12 de setembro de 2014


    Pólipos intestinais: lesões benignas também merecem atenção

    Pólipos intestinais são pequenas lesões semelhantes a uma verruga que se localizam no intestino grosso, a parte final do tubo digestivo, responsável pelo processo de absorção da água e determinação da consistência do bolo fecal.  Relativamente frequentes após os 50 anos, os pólipos em geral decorrem de fatores como alimentação pouco saudável, sedentarismo e/ou tabagismo.

    De acordo com o chefe do Núcleo de Tumores Colorretais do A.C.Camargo Cancer Center, Dr. Samuel Aguiar Jr., existem diversos tipos de pólipos intestinais, que geralmente benignos, não causam dor, desconforto ou qualquer outro sintoma. "No entanto, ainda assim, quando diagnosticados, é necessária sua remoção e acompanhamento, pois em alguns casos podem evoluir para câncer de intestino", explica.

    O tipo mais comum de pólipo intestinal, o adenoma, é também o que mais predispõe ao câncer. Para diminuir esse risco, recomenda-se à população em geral a realização da colonoscopia após os 50 anos. Neste exame endoscópico do intestino grosso, é possível visualizar e remover pólipos, inclusive aqueles que representem chance de malignidade no futuro. "Conforme as características, a quantidade e o tamanho das lesões, o profissional determinará a periodicidade com que o paciente deve repetir o procedimento", explica Dr. Samuel. "Como a evolução de um pólipo para câncer colorretal é lenta e leva em torno de 5 a 10 anos, a realização da colonoscopia permite identificar e eliminar lesões potencialmente cancerosas antes que a doença de manifeste".

    Alguns pacientes, porém, devem se submeter mais cedo ao procedimento. É o caso de quem tem histórico familiar de câncer colorretal ou manifesta sintomas como cólicas, sangramentos ou alterações nos hábitos intestinais. "Prestar atenção aos sinais do corpo e fazer exames sempre que necessário é a melhor alternativa para evitar problemas", finaliza Dr. Samuel.

    Dr. Samuel Aguiar Jr. - CRM 84495
    Chefe do Núcleo de Tumores Colorretais
    Especialista em Cancerologia Cirúrgica - RQE nº 43422

    POLIPOS INTESTINAIS

    Posted at  06:22:00  |  in  Pólipos  |  Leia mais»


    Pólipos intestinais: lesões benignas também merecem atenção

    Pólipos intestinais são pequenas lesões semelhantes a uma verruga que se localizam no intestino grosso, a parte final do tubo digestivo, responsável pelo processo de absorção da água e determinação da consistência do bolo fecal.  Relativamente frequentes após os 50 anos, os pólipos em geral decorrem de fatores como alimentação pouco saudável, sedentarismo e/ou tabagismo.

    De acordo com o chefe do Núcleo de Tumores Colorretais do A.C.Camargo Cancer Center, Dr. Samuel Aguiar Jr., existem diversos tipos de pólipos intestinais, que geralmente benignos, não causam dor, desconforto ou qualquer outro sintoma. "No entanto, ainda assim, quando diagnosticados, é necessária sua remoção e acompanhamento, pois em alguns casos podem evoluir para câncer de intestino", explica.

    O tipo mais comum de pólipo intestinal, o adenoma, é também o que mais predispõe ao câncer. Para diminuir esse risco, recomenda-se à população em geral a realização da colonoscopia após os 50 anos. Neste exame endoscópico do intestino grosso, é possível visualizar e remover pólipos, inclusive aqueles que representem chance de malignidade no futuro. "Conforme as características, a quantidade e o tamanho das lesões, o profissional determinará a periodicidade com que o paciente deve repetir o procedimento", explica Dr. Samuel. "Como a evolução de um pólipo para câncer colorretal é lenta e leva em torno de 5 a 10 anos, a realização da colonoscopia permite identificar e eliminar lesões potencialmente cancerosas antes que a doença de manifeste".

    Alguns pacientes, porém, devem se submeter mais cedo ao procedimento. É o caso de quem tem histórico familiar de câncer colorretal ou manifesta sintomas como cólicas, sangramentos ou alterações nos hábitos intestinais. "Prestar atenção aos sinais do corpo e fazer exames sempre que necessário é a melhor alternativa para evitar problemas", finaliza Dr. Samuel.

    Dr. Samuel Aguiar Jr. - CRM 84495
    Chefe do Núcleo de Tumores Colorretais
    Especialista em Cancerologia Cirúrgica - RQE nº 43422

    sábado, 9 de junho de 2012



    PÓLIPOS

    1.1 - O QUE SÃO PÓLIPOS?



    Pólipos são crescimentos anormais da mucosa do cólon, como pequenas protuberâncias, que variam de poucos milímetros até poucos centímetros.
    Geralmente são assintomáticos e de causa desconhecida. Quando pequenas, essas lesões são benignas, mas, ao continuarem crescendo, transformam-se em lesões malignas. No passado recente, seu tratamento era realizado através da abertura do abdômen e do intestino. Após o advento da colonoscopia, essas lesões são usualmente diagnosticadas e tratadas endoscopicamente com grandes vantagens. Assim, uma "alça de polipectomia" conectada a um bisturi elétrico é introduzida pelo canal do colonoscópio, e faz-se a ressecção, de maneira segura, da maioria dos pólipos. Essas lesões serão, a seguir, encaminhadas para análise do patologista. Portanto, além do tratamento do pólipo, faz-se, também, a prevenção do câncer do intestino grosso.


    Alça de polipectomia



    Pólipo Séssil

    Pólipo Pediculado

    Pólipo Ressecado


    1.2 - QUAL A IMPORTÂNCIA DA COLONOSCOPIA NO DIAGNÓSTICO DO CÂNCER COLO-RETAL PRECOCE?


    O sucesso do tratamento do câncer colo-retal depende do seu diagnóstico precoce, ou seja, na fase em que a lesão ainda não se degenerou (lesões pré-malignas como os pólipos adenomatosos) ou na fase em que o carcinoma ainda se encontra na mucosa ou, no máximo, invadindo a submucosa.
    As lesões polipóides adenomatosas são as mais freqüentes, sendo achadas em uma a cada quatro colonoscopias, principalmente em pacientes idosos. Aproximadamente 10% dessas lesões sofrem malignização, 1,5% invadem a submucosa e essa seqüência adenoma-carcinoma costuma demorar 5 a 10 anos. Portanto são de bom prognóstico.
    As lesões superficiais ou planas apresentam outra via carcinogênica. Conhecidas como "câncer de novo", originam-se diretamente em mucosa colo-retal normal, isto é, sem um componente adenomatoso. Descritas inicialmente no Japão, têm sido observadas em algumas casuísticas ocidentais, numa freqüência de uma para cada mil colonoscopias, principalmente no cólon direito e na faixa etária menor de 40 anos. Essas lesões planas apresentam maior grau de malignidade, podendo invadir a submucosa em 16% das vezes e com comprometimento ganglionar em 40% dos casos, principalmente quando maiores de 1 cm e com componente de depressão na superfície.
    Essas características associadas ao fato de serem menores do que 1 cm, implicam na necessidade de uma atenção maior do colonoscopista por ocasião do exame. O uso de corantes como o azul de metileno, o índigo carmin ou o crezil violeta, ao realçar o relevo das lesões, permite a observação de informações relativas às características que são mal ou não observadas pela endoscopia convencional. Além disso, foram desenvolvidos aparelhos com magnificação de imagem que permitem aumentos que variam de 30 a 150 vezes do tamanho da lesão, a ponto de se conseguir classificar as aberturas das criptas glandulares ("pits") existentes nas lesões da mucosa cólica, as quais se relacionam com formas histopatológicas distintas.


    Câncer de novo


    1.3 - QUAL A IMPORTÂNCIA DA COLONOSCOPIA NO TRATAMENTO DAS LESÕES POLIPÓIDES E PLANAS DO INTESTINO GROSSO?


    Poucas técnicas influenciaram tanto um problema clínico como a colonoscopia, alterou o diagnóstico e o tratamento dos pólipos colo-retais. Assim sendo, a polipectomia por colonoscopia tornou-se o procedimento de eleição para o tratamento dessas lesões, sendo segura e eficaz nas mãos de especialistas experientes e treinados.
    Essas lesões, quando menores de 5 mm, são tratadas com o uso de pinças de biópsias ou da pinça tipo "hot biopsy". Quando maiores, são ressecadas com alças diatérmicas especialmente confeccionadas.
    A ressecção endoscópica da mucosa deve ser reservada às lesões planas ou deprimidas com suspeita de serem neoplásicas e às lesões polipóides de base larga. Essa técnica, chamada de mucosectomia, é realizada pela aplicação da alça de polipectomia em lesão artificialmente elevada por meio da injeção de soro fisiológico na submucosa.
    Caso não seja possível remover uma lesão maior de uma única vez, pode-se utilizar a técnica de fatiar a lesão ("piecemeal"), em uma ou mais sessões.
    É importante ressaltar que todo pólipo ou lesão superficial ressecados devem ser encaminhados para exame histopatológico. Quando forem de origem adenomatosa, deve-se pesquisar possíveis alterações displásicas e ou de degeneração carcinomatosa.


    Lesão plana elevada

    Mucosectomia


    Pólipo volumoso de reto médio.
    Retrovisão

    Polipectomia fatiada




    SOMOS  FILIADO A ABRASO
    Associacao Brasileira de Ostomizados

    POLIPOS

    Posted at  18:50:00  |  in  Pólipos  |  Leia mais»



    PÓLIPOS

    1.1 - O QUE SÃO PÓLIPOS?



    Pólipos são crescimentos anormais da mucosa do cólon, como pequenas protuberâncias, que variam de poucos milímetros até poucos centímetros.
    Geralmente são assintomáticos e de causa desconhecida. Quando pequenas, essas lesões são benignas, mas, ao continuarem crescendo, transformam-se em lesões malignas. No passado recente, seu tratamento era realizado através da abertura do abdômen e do intestino. Após o advento da colonoscopia, essas lesões são usualmente diagnosticadas e tratadas endoscopicamente com grandes vantagens. Assim, uma "alça de polipectomia" conectada a um bisturi elétrico é introduzida pelo canal do colonoscópio, e faz-se a ressecção, de maneira segura, da maioria dos pólipos. Essas lesões serão, a seguir, encaminhadas para análise do patologista. Portanto, além do tratamento do pólipo, faz-se, também, a prevenção do câncer do intestino grosso.


    Alça de polipectomia



    Pólipo Séssil

    Pólipo Pediculado

    Pólipo Ressecado


    1.2 - QUAL A IMPORTÂNCIA DA COLONOSCOPIA NO DIAGNÓSTICO DO CÂNCER COLO-RETAL PRECOCE?


    O sucesso do tratamento do câncer colo-retal depende do seu diagnóstico precoce, ou seja, na fase em que a lesão ainda não se degenerou (lesões pré-malignas como os pólipos adenomatosos) ou na fase em que o carcinoma ainda se encontra na mucosa ou, no máximo, invadindo a submucosa.
    As lesões polipóides adenomatosas são as mais freqüentes, sendo achadas em uma a cada quatro colonoscopias, principalmente em pacientes idosos. Aproximadamente 10% dessas lesões sofrem malignização, 1,5% invadem a submucosa e essa seqüência adenoma-carcinoma costuma demorar 5 a 10 anos. Portanto são de bom prognóstico.
    As lesões superficiais ou planas apresentam outra via carcinogênica. Conhecidas como "câncer de novo", originam-se diretamente em mucosa colo-retal normal, isto é, sem um componente adenomatoso. Descritas inicialmente no Japão, têm sido observadas em algumas casuísticas ocidentais, numa freqüência de uma para cada mil colonoscopias, principalmente no cólon direito e na faixa etária menor de 40 anos. Essas lesões planas apresentam maior grau de malignidade, podendo invadir a submucosa em 16% das vezes e com comprometimento ganglionar em 40% dos casos, principalmente quando maiores de 1 cm e com componente de depressão na superfície.
    Essas características associadas ao fato de serem menores do que 1 cm, implicam na necessidade de uma atenção maior do colonoscopista por ocasião do exame. O uso de corantes como o azul de metileno, o índigo carmin ou o crezil violeta, ao realçar o relevo das lesões, permite a observação de informações relativas às características que são mal ou não observadas pela endoscopia convencional. Além disso, foram desenvolvidos aparelhos com magnificação de imagem que permitem aumentos que variam de 30 a 150 vezes do tamanho da lesão, a ponto de se conseguir classificar as aberturas das criptas glandulares ("pits") existentes nas lesões da mucosa cólica, as quais se relacionam com formas histopatológicas distintas.


    Câncer de novo


    1.3 - QUAL A IMPORTÂNCIA DA COLONOSCOPIA NO TRATAMENTO DAS LESÕES POLIPÓIDES E PLANAS DO INTESTINO GROSSO?


    Poucas técnicas influenciaram tanto um problema clínico como a colonoscopia, alterou o diagnóstico e o tratamento dos pólipos colo-retais. Assim sendo, a polipectomia por colonoscopia tornou-se o procedimento de eleição para o tratamento dessas lesões, sendo segura e eficaz nas mãos de especialistas experientes e treinados.
    Essas lesões, quando menores de 5 mm, são tratadas com o uso de pinças de biópsias ou da pinça tipo "hot biopsy". Quando maiores, são ressecadas com alças diatérmicas especialmente confeccionadas.
    A ressecção endoscópica da mucosa deve ser reservada às lesões planas ou deprimidas com suspeita de serem neoplásicas e às lesões polipóides de base larga. Essa técnica, chamada de mucosectomia, é realizada pela aplicação da alça de polipectomia em lesão artificialmente elevada por meio da injeção de soro fisiológico na submucosa.
    Caso não seja possível remover uma lesão maior de uma única vez, pode-se utilizar a técnica de fatiar a lesão ("piecemeal"), em uma ou mais sessões.
    É importante ressaltar que todo pólipo ou lesão superficial ressecados devem ser encaminhados para exame histopatológico. Quando forem de origem adenomatosa, deve-se pesquisar possíveis alterações displásicas e ou de degeneração carcinomatosa.


    Lesão plana elevada

    Mucosectomia


    Pólipo volumoso de reto médio.
    Retrovisão

    Polipectomia fatiada




    SOMOS  FILIADO A ABRASO
    Associacao Brasileira de Ostomizados

    sábado, 12 de fevereiro de 2011

    Pólipos de intestino grosso e seus riscos


    Os pólipos intestinais são lesões protuberantes que surgem na mucosa (revestimento interno) do intestino.  A maior preocupação no que se refere à presença do pólipo é a capacidade que alguns subtipos têm de evoluir para o câncer de intestino grosso. Como em geral os pólipos de intestino grosso são assintomáticos, apesar de poderem causar sangramento, e quando grandes, até mesmo a obstrução intestinal, a pesquisa através de métodos preventivos se faz necessária. De maneira geral, algumas informações são muito importantes para que a presença destes pólipos não cause pânico ou grande temor em algumas pessoas e familiares: (1) os pólipos são comuns, e estão presentes em 30 a 50% dos adultos; (2) nem todos os tipos de pólipo têm a capacidade de desenvolver o câncer de intestino; (3) são necessários alguns anos para que o pólipo se transforme em um tumor maligno, já que o mesmo é um tumor benigno; e (4) a maioria dos pólipos podem ser retirados completamente e com segurança através de endoscopias do intestino grosso (colonoscopia). O acompanhamento médico das pessoas que apresentaram pólipos dependerá do número, tamanho, localização e tipo das lesões.
    Os pólipos são comuns em ambos os sexos, em todas as raças, e tem preferência por pessoas que vivem em centros industrializados, o que mostra uma clara associação entre o estilo de vida e dieta com o desenvolvimento dos pólipos. Em relaçao ao estilo de vida, os pólipos são mais comuns em obesos, pessoas com dietas ricas em carne vermelha e gorduras, dietas pobres em fibras e em fumantes. A idade também é um fator importante para o surgimento dos pólipos, visto que mais de 90% dos tumores de intestino acontecem após os 50 anos (idade em que se inicia a pesquisa de pólipos e tumores). Além disso, vale a pena ressaltar que os pólipos demoram em média 10 anos para se tornarem tumores malignos. Outros fatores de risco são a história familiar e a genética, por isso deve ser dada atenção para a presença de pólipos de intestino e câncer em parentes próximos, principalmente jovens, e quando mais de 2 membros da mesma família foram acometidos (independentemente da idade). Como regra geral, a pesquisa de pólipos se inicia mais cedo em pessoas com história familiar de pólipos ou tumor maligno de intestino.
    Os tipos de pólipos de intestino são o inflamatório, o hamartoma, o hiperplásico e o adenoma, sendo os dois últimos os mais comuns. Os pólipos hiperplásicos são geralmente pequenos e localizados na porção mais distal do intestino e reto. Os pólipos hiperplásicos não têm potencial de se tornarem tumores malignos. Os adenomas são os pólipos mais comuns, tem uma clara relação com a idade, e representam dois terços dos pólipos intestinais, e são muito importantes pela sua capacidade de malignização tumoral. Os pólipos adenomatosos são classificados em tubulares, os túbulo-vilosos e os vilosos, sendo que a agressividade aumenta nesta ordem. Apesar de aproximadamente quase todos os tumores de intestino surgirem a partir dos adenomas, apenas 1em 20 destes tipos de pólipos viram um câncer.
    Desta forma, o diagnóstico e a  retirada dos pólipos adenomatosos (adenomas) através da colonoscopia preventiva são as melhores condutas para se minimizar o risco de câncer de intestino. É sabido e provado que esta conduta médica foi responsável pela diminuição do câncer intestinal nos Países que adotaram a colonoscopia como forma de check-up. Por isso, procure um Proctologista e discuta a melhor maneira de se prevenir do câncer de intestino grosso, tendo ou não histórico familiar da doença.

    PÓLIPOS DE INTESTINO GROSSO E SEUS RISCOS

    Posted at  12:32:00  |  in  Pólipos  |  Leia mais»

    Pólipos de intestino grosso e seus riscos


    Os pólipos intestinais são lesões protuberantes que surgem na mucosa (revestimento interno) do intestino.  A maior preocupação no que se refere à presença do pólipo é a capacidade que alguns subtipos têm de evoluir para o câncer de intestino grosso. Como em geral os pólipos de intestino grosso são assintomáticos, apesar de poderem causar sangramento, e quando grandes, até mesmo a obstrução intestinal, a pesquisa através de métodos preventivos se faz necessária. De maneira geral, algumas informações são muito importantes para que a presença destes pólipos não cause pânico ou grande temor em algumas pessoas e familiares: (1) os pólipos são comuns, e estão presentes em 30 a 50% dos adultos; (2) nem todos os tipos de pólipo têm a capacidade de desenvolver o câncer de intestino; (3) são necessários alguns anos para que o pólipo se transforme em um tumor maligno, já que o mesmo é um tumor benigno; e (4) a maioria dos pólipos podem ser retirados completamente e com segurança através de endoscopias do intestino grosso (colonoscopia). O acompanhamento médico das pessoas que apresentaram pólipos dependerá do número, tamanho, localização e tipo das lesões.
    Os pólipos são comuns em ambos os sexos, em todas as raças, e tem preferência por pessoas que vivem em centros industrializados, o que mostra uma clara associação entre o estilo de vida e dieta com o desenvolvimento dos pólipos. Em relaçao ao estilo de vida, os pólipos são mais comuns em obesos, pessoas com dietas ricas em carne vermelha e gorduras, dietas pobres em fibras e em fumantes. A idade também é um fator importante para o surgimento dos pólipos, visto que mais de 90% dos tumores de intestino acontecem após os 50 anos (idade em que se inicia a pesquisa de pólipos e tumores). Além disso, vale a pena ressaltar que os pólipos demoram em média 10 anos para se tornarem tumores malignos. Outros fatores de risco são a história familiar e a genética, por isso deve ser dada atenção para a presença de pólipos de intestino e câncer em parentes próximos, principalmente jovens, e quando mais de 2 membros da mesma família foram acometidos (independentemente da idade). Como regra geral, a pesquisa de pólipos se inicia mais cedo em pessoas com história familiar de pólipos ou tumor maligno de intestino.
    Os tipos de pólipos de intestino são o inflamatório, o hamartoma, o hiperplásico e o adenoma, sendo os dois últimos os mais comuns. Os pólipos hiperplásicos são geralmente pequenos e localizados na porção mais distal do intestino e reto. Os pólipos hiperplásicos não têm potencial de se tornarem tumores malignos. Os adenomas são os pólipos mais comuns, tem uma clara relação com a idade, e representam dois terços dos pólipos intestinais, e são muito importantes pela sua capacidade de malignização tumoral. Os pólipos adenomatosos são classificados em tubulares, os túbulo-vilosos e os vilosos, sendo que a agressividade aumenta nesta ordem. Apesar de aproximadamente quase todos os tumores de intestino surgirem a partir dos adenomas, apenas 1em 20 destes tipos de pólipos viram um câncer.
    Desta forma, o diagnóstico e a  retirada dos pólipos adenomatosos (adenomas) através da colonoscopia preventiva são as melhores condutas para se minimizar o risco de câncer de intestino. É sabido e provado que esta conduta médica foi responsável pela diminuição do câncer intestinal nos Países que adotaram a colonoscopia como forma de check-up. Por isso, procure um Proctologista e discuta a melhor maneira de se prevenir do câncer de intestino grosso, tendo ou não histórico familiar da doença.

    sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011


    Pólipos, o motivo de tudo

     Eu não me assustei quando ouvi o nome da minha doença, é até engraçado, parece um apelido estrambólico que meu pai costuma inventar. Ninguém me explicava direito o que era, salve salve á internet que me fez tremer na base quando eu descobri a seriedade de adulto com a qual eu deveria lidar com a doença, isso aos 14 anos de idade.
    Os pólipos

    - são tumores benignos, parecidos com verrugas que se desenvolvem na parede interna do cólon e reto.
    -Cerca de 60% dos pólipos do intestino são adenomas, os quais apresentam potencial para malignização.
    Por esse motivo
    - os pólipos de intestino do tipo adenoma são considerados lesões pré-cancerosas e daí a importância de seu diagnóstico e tratamento precoces para evitar a evolução para tumor maligno.
    Os demais tipos
    - de pólipos do intestino são de menor importância clínica por não apresentar esse potencial para malignização.
    Aproximadamente
    - 5 em cada 100 adenomas se malignizam, sendo que esse processo se dá entre 10 e 15 anos.
    - São mais comuns após os 50 anos, porém podem aparecer em idade mais precoce, especialmente se:
    Houver história de câncer colorretal na família.
    - Cerca de 40% dos indivíduos com mais de 60 anos apresentam pólipos.
     Muitas evidências
    sugerem que a maioria dos tumores do intestino grosso se desenvolve a partir de pólipos benignos.

    [Seção saúde, prevenção do câncer de intestino do site:  http://www.reservaer.com.br/saude/cancerdeintestino.html

    PÓLIPOS , O MOTIVO DE TUDO

    Posted at  17:43:00  |  in  Pólipos  |  Leia mais»


    Pólipos, o motivo de tudo

     Eu não me assustei quando ouvi o nome da minha doença, é até engraçado, parece um apelido estrambólico que meu pai costuma inventar. Ninguém me explicava direito o que era, salve salve á internet que me fez tremer na base quando eu descobri a seriedade de adulto com a qual eu deveria lidar com a doença, isso aos 14 anos de idade.
    Os pólipos

    - são tumores benignos, parecidos com verrugas que se desenvolvem na parede interna do cólon e reto.
    -Cerca de 60% dos pólipos do intestino são adenomas, os quais apresentam potencial para malignização.
    Por esse motivo
    - os pólipos de intestino do tipo adenoma são considerados lesões pré-cancerosas e daí a importância de seu diagnóstico e tratamento precoces para evitar a evolução para tumor maligno.
    Os demais tipos
    - de pólipos do intestino são de menor importância clínica por não apresentar esse potencial para malignização.
    Aproximadamente
    - 5 em cada 100 adenomas se malignizam, sendo que esse processo se dá entre 10 e 15 anos.
    - São mais comuns após os 50 anos, porém podem aparecer em idade mais precoce, especialmente se:
    Houver história de câncer colorretal na família.
    - Cerca de 40% dos indivíduos com mais de 60 anos apresentam pólipos.
     Muitas evidências
    sugerem que a maioria dos tumores do intestino grosso se desenvolve a partir de pólipos benignos.

    [Seção saúde, prevenção do câncer de intestino do site:  http://www.reservaer.com.br/saude/cancerdeintestino.html

    quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

    PÓLIPOS DO INTESTINO GROSSO
    O que é?
    Pólipo é um crescimento anormal que surge na mucosa (camada de revestimento interno de alguns órgãos do corpo humano) do intestino grosso (cólon e reto).
    Essa formação pode ter o aspecto de uma bola fixada na mucosa intestinal ou ligada a esta por um pedículo; no primeiro caso é chamada de pólipo séssil (sem pé) e, no segundo, de pólipo pediculado.
    Como se desenvolve?
    O pólipo pode surgir em qualquer idade (da criança ao adulto), assim como pode existir sem apresentar qualquer sintoma por muito tempo. A eliminação de sangue pelo ânus, pode ser um sinal indicativo da existência de pólipo intestinal.
    Quando o pólipo tem um pedículo mais ou menos longo, e se encontra implantado em alguma das porções finais do intestino (por exemplo o reto), ele pode ser exteriorizado durante o esforço de evacuação e ser detectado pelo paciente. Neste caso o diagnóstico de pólipo fica facilitado.
    Como se faz o diagnóstico?
    A presença de sangue nas fezes ou no vaso sanitário, após a evacuação, pode levar a uma hipótese inicial da existência de pólipo na luz intestinal (espaço por onde circulam as fezes).
    O exame com endoscopia é o meio mais exato para obter o diagnóstico diferencial de pólipo ou de outra patologia causadora do sangramento. Esta endoscopia, chamada colonoscopia, além de fazer o diagnóstico pode igualmente realizar o tratamento, pois a maioria dos pólipos pode ser retirada durante o exame.
    O pólipo é simplesmente a forma macroscópica; a experiência do endoscopista e o exame laboratorial é que indicarão a natureza do mesmo, se benigna ou maligna. Portanto, todo o pólipo retirado deverá ser enviado ao laboratório para exame microscópico.
    Como se trata?
    O exame endoscópico pode constatar a existência de um ou mais pólipos, sésseis ou pediculados, com diversos tamanhos. A retirada pode se constituir na cura total, se o pólipo é benigno ou maligno sem metástase, ou como um meio diagnóstico para outras lesões do intestino.
    Na criança, com mais frequência, a existência de pólipo no intestino, dependendo do tamanho e de sua localização, pode provocar uma obstrução intestinal (invaginação intestinal), que determina a necessidade de cirurgia de urgência para a retirada do pólipo e o tratamento da obstrução.
    Uma grande quantidade de pólipos pode indicar que o paciente é portador de uma polipose familiar ou de uma polipose múltipla. Este paciente deve ser submetido a cirurgia para retirada do intestino grosso, o que não o impedirá de viver em condições satisfatórias. Todos os seus familiares consangüíneos deverão ser investigados com exames endoscópicos (colonoscopia) para o diagnóstico da doença.
    Perguntas que você pode fazer ao seu médico
    O que causa pólipos no intestino?
    Este é um problema hereditário?
    Isso pode causar câncer? É maligno? Tem cura?
    Como fazer o diagnóstico?
    É necessário a colonoscopia?
    Sangramento é indício de pólipo?

    POLIPOS DO INTESTINO GROSSO

    Posted at  18:44:00  |  in  Pólipos  |  Leia mais»

    PÓLIPOS DO INTESTINO GROSSO
    O que é?
    Pólipo é um crescimento anormal que surge na mucosa (camada de revestimento interno de alguns órgãos do corpo humano) do intestino grosso (cólon e reto).
    Essa formação pode ter o aspecto de uma bola fixada na mucosa intestinal ou ligada a esta por um pedículo; no primeiro caso é chamada de pólipo séssil (sem pé) e, no segundo, de pólipo pediculado.
    Como se desenvolve?
    O pólipo pode surgir em qualquer idade (da criança ao adulto), assim como pode existir sem apresentar qualquer sintoma por muito tempo. A eliminação de sangue pelo ânus, pode ser um sinal indicativo da existência de pólipo intestinal.
    Quando o pólipo tem um pedículo mais ou menos longo, e se encontra implantado em alguma das porções finais do intestino (por exemplo o reto), ele pode ser exteriorizado durante o esforço de evacuação e ser detectado pelo paciente. Neste caso o diagnóstico de pólipo fica facilitado.
    Como se faz o diagnóstico?
    A presença de sangue nas fezes ou no vaso sanitário, após a evacuação, pode levar a uma hipótese inicial da existência de pólipo na luz intestinal (espaço por onde circulam as fezes).
    O exame com endoscopia é o meio mais exato para obter o diagnóstico diferencial de pólipo ou de outra patologia causadora do sangramento. Esta endoscopia, chamada colonoscopia, além de fazer o diagnóstico pode igualmente realizar o tratamento, pois a maioria dos pólipos pode ser retirada durante o exame.
    O pólipo é simplesmente a forma macroscópica; a experiência do endoscopista e o exame laboratorial é que indicarão a natureza do mesmo, se benigna ou maligna. Portanto, todo o pólipo retirado deverá ser enviado ao laboratório para exame microscópico.
    Como se trata?
    O exame endoscópico pode constatar a existência de um ou mais pólipos, sésseis ou pediculados, com diversos tamanhos. A retirada pode se constituir na cura total, se o pólipo é benigno ou maligno sem metástase, ou como um meio diagnóstico para outras lesões do intestino.
    Na criança, com mais frequência, a existência de pólipo no intestino, dependendo do tamanho e de sua localização, pode provocar uma obstrução intestinal (invaginação intestinal), que determina a necessidade de cirurgia de urgência para a retirada do pólipo e o tratamento da obstrução.
    Uma grande quantidade de pólipos pode indicar que o paciente é portador de uma polipose familiar ou de uma polipose múltipla. Este paciente deve ser submetido a cirurgia para retirada do intestino grosso, o que não o impedirá de viver em condições satisfatórias. Todos os seus familiares consangüíneos deverão ser investigados com exames endoscópicos (colonoscopia) para o diagnóstico da doença.
    Perguntas que você pode fazer ao seu médico
    O que causa pólipos no intestino?
    Este é um problema hereditário?
    Isso pode causar câncer? É maligno? Tem cura?
    Como fazer o diagnóstico?
    É necessário a colonoscopia?
    Sangramento é indício de pólipo?

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